Inicio > Mis eListas > meshiko > Mensajes

 Índice de Mensajes 
 Mensajes 1201 al 1250 
AsuntoAutor
PRENSA CORRUPTA.CO RedLUZ/L
Maiz transgenico e RedLUZ/L
programas Antonio
Greenpeace: con tr RedLUZ/L
Agenda parlamentar RedLUZ/L
No ratifica la OMC RedLUZ/L
Crear una concienc RedLUZ/L
foro internacional Antonio
Que demonios puede RedLUZ/L
programa transicio Antonio
Inauguracion Estac RedLUZ/L
Lalo Guerrero RedLUZ/L
Y DE QUE VIVE UN P RedLUZ/L
Por qué Anáhuac? / RedLUZ/L
FW: INICIATIVA DE RedLUZ/L
Es verdad: ¡aunque Diego Gu
invitacion Antonio
Equidad de género Humanida
La cultura bajo el RedLUZ/L
COMIDA VIERNES 5 / RedLUZ/L
ALERTA / NO DIVULG RedLUZ/L
Noticias de El Sal Oscar Ma
Andalucía Libre Andaluci
II Semana Cultural RedLUZ/L
Directorio Kaput RedLUZ/L
Septiembre 10 / Di RedLUZ/L
Los Centzontles / RedLUZ/L
Cancun sera otro S RedLUZ/L
Conferencia de Pre ADRIAN G
Marcha del Silenci RedLUZ/L
bp conclusiones fo Antonio
1968 / 35 Aniversa RedLUZ/L
Jubileo Sur frente RedLUZ/L
LA GUIA DE LA COMU RedLUZ/L
Sobre el Tema de l RedLUZ/L
Vamos a hablar de RedLUZ/L
Cancun Update: We RedLUZ/L
Plantea Bové movi RedLUZ/L
Dia Mundial Sin Au RedLUZ/L
MARCHAS EN MAS DE RedLUZ/L
Ultimo boletin del RedLUZ/L
Kafka en Cancun RedLUZ/L
Endorse the Immigr RedLUZ/L
Gente que Vibra RedLUZ/L
Nicaragua: Gran Ma RedLUZ/L
Angel de Mexico / RedLUZ/L
COMITÉS ATTAC.MX++ RedLUZ/L
ATTAC MEXICO / Alt RedLUZ/L
News no comercial "Nws
Dia Nacional de la RedLUZ/L
 << 50 ant. | 50 sig. >>
 
MESHIKO - LATINOAMERICA
Página principal    Mensajes | Enviar Mensaje | Ficheros | Datos | Encuestas | Eventos | Mis Preferencias

Mostrando mensaje 1235     < Anterior | Siguiente >
Responder a este mensaje
Asunto:[MESHIKO] Sobre el Tema de la Educación Pública y Gratuita
Fecha:Viernes, 12 de Septiembre, 2003  13:49:35 (-0500)
Autor:RedLUZ/LUXWeb <redluz @...............mx>

Sobre el Tema de la Educación Pública y Gratuita


----------
From: José Luis Gutierrez Lozano <meshico_33@hotmail.com>
Reply-To: economialternativa@gruposyahoo.com
Date: Sat, 23 Aug 2003 19:47:33 +0000
To: economialternativa@gruposyahoo.com
Subject: [economialternativa] Sobre el Tema de la Educación Pública y Gratuita

Amig@s:
En los últimos años ha cobrado mayor fuerza la tendencia de
privatizar y mercantilizar la educación.
En este interesantísimo texto, Marcos Arruda, distinguido
investigador brasileiro, hace un puntualísimo análisis de la
situación en nuestra américa respecto al tema global de la educación
como producto mercantil desde la lista de mensajes hermana
redesolidaria@yahoogrupos.com.br
Está como para que practiquemos nuestro "portuñol"
Saludos
José Luis Gutiérrez Lozano

Subject: ALCA:Estrangeiros querem comprar universidades
Amig@s,
Para quem tinha ainda alguma duvida.
Uma das exigencias dos negociadores Estadunidenses na ALCA e na OMC,
é transformar a educação, em mero serviço, e aberto ao capital
estrngeiro.. ou seja, deixa de ser um direito da população para ser
um objeto de lucro...
Mais um sinal da natureza destrutiva da liberalização dos serviços,
que está sendo introduzida na ALCA e na OMC. Se os acordos forem
assinados, isto vai valer para a educação como para a saúde, a
cultura e tudo o mais! Será a estadunidização da América Latina e...
do mundo.
Abaixo a ALCA e a OMC! Por uma integração soberana e justa dos povos!
Abraços,
Marcos Arruda
PACS
Av. Rio Branco, 277 s/1609
20040-009 Rio de Janeiro
(55) 21 2210 2124
marruda@pacs.org.br
www.pacs.org.br
www.redesolidaria.com.br
www.socioeco.org

Estrangeiros querem comprar universidades
Estado de São Paulo
Brasil
Investidores americanos, canadenses e europeus que aplicam seus
dólares em fundos de investimentos estrangeiros - e nunca tiveram
contato com o setor educacional - estão perto de se transformar nos
novos donos de universidades e faculdades brasileiras. Empresas que
administram esses fundos e buscam oportunidades mundo afora querem
agora apostar suas fichas na aquisição total ou parcial de
instituições privadas de ensino do País - em especial as de ensino
superior, que movimentam R$ 15 bilhões e cresceram 157% nos últimos
nove anos.
O objetivo, na maioria dos casos, é adquirir as instituições, injetar
recursos, participar da gestão e finalmente revender as faculdades e
universidades por um preço multiplicado. Operações desse tipo -
chamadas no mercado financeiro de private equity - já vêm sendo
feitas no Brasil com empresas dos setores de serviços e industriais,
como redes de farmácias, laboratórios, empresas de alimentos e no
ramo do agribusiness.
"Os fundos procuram investir em países emergentes, como o Brasil,
países do leste europeu e da Ásia, que ainda têm potencial de
crescimento maior que o dos mercados maduros. E o setor de educação
no Brasil cresce muito mais que o de outros países. É isso que nos
atrai", disse Patrice Etlin, um dos sócios do Advent International,
multinacional que administra um fundo de US$ 265 milhões e busca
oportunidades em diversos setores no Brasil. A empresa tem feito
contatos e propostas a instituições de ensino.
As universidades públicas atendem hoje menos de um terço da demanda,
de 3 milhões de matrículas. De 1995 para cá, o número de instituições
privadas de ensino superior subiu de 684 para 1.762. Nelas estudam
2,1 milhões de alunos. Projeções apontam que esse total será de 6,3
milhões em 2008, o que representa uma taxa de crescimento anual das
matrículas de 11%.
De olho nesses números, a JP Morgan Partners - maior empresa de
private equity do mundo - também busca investimentos em educação
aqui. A empresa, que já tem recursos aplicados no exterior, possui um
fundo de US$ 570 milhões para investir pelos próximos três anos em
negócios na América Latina. Grupos brasileiros também querem entrar
no jogo. O Pátria, por exemplo, está captando recursos no País e no
exterior para formar um fundo para investir exclusivamente em
educação e saúde.
Não há barreira legal para investimentos desse tipo. "Em 1997, a LDB
(Lei de Diretrizes e Bases) abriu essa possibilidade e nós
regulamentamos. Até então, o ensino superior não podia ter fins
lucrativos", diz o ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza, que
agora trabalha como consultor. Um dos serviços oferecidos pela Paulo
Renato Souza Consultores é justamente buscar oportunidades de
investimentos em educação para os fundos - que "também sejam boas
para as instituições de ensino", explica o ex-ministro.
Por enquanto, nenhum fundo conseguiu bater o martelo com instituições
de ensino. Investidores dizem que muitos proprietários de faculdades
e universidades superestimam o valor de venda de suas instituições.
Ou então, faltam a elas transparência administrativa suficiente para
que se tornem negócios atraentes para os investidores.
Reação - A participação de capital estrangeiro em escolas brasileiras
é vista com muitas reservas por acadêmicos e especialistas, que
denunciam o risco de mercantilização do ensino. "Os interesses das
empresas são os lucros, e quem visa o lucro o quer o mais rápido
possível", diz a reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(UFRGS) e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das
Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Wrana Panizzi. "A
educação mais duradoura, que forma cidadãos independentes, exige
investimentos de mais longo prazo. As empresas têm outros objetivos."
EUA querem abertura do mercado
Países desenvolvidos querem ampliar a discussão sobre participação
externa no setor de educação. Liderados pelos Estados Unidos,
pretendem incluir o tema na pauta da Organização Mundial do Comércio
(OMC) e também nas negociações para a criação da Área de Livre
Comércio das Américas (Alca). Uma das propostas é de que sejam
suspensas todas as limitações para que instituições de ensino
estrangeiras abram filiais em outros países. A educação entraria para
o rol de serviços que se pretende liberalizar, algo que permitiria
também que professores estrangeiros atuassem fora de seus países.
"Ao se liberar, deixam de valer os parâmetros curriculares locais.
Eles seriam uma barreira. As instituições teriam o direito de
conceber a forma de ensino, os currículos e trabalhar com a sua visão
do mundo", diz o professor de Direito da Universidade de São Paulo
(USP) e um dos sete membros do Órgão de Apelação da OMC, Luiz Olavo
Baptista. Ele participa hoje do seminário O Ensino e a OMC, promovido
pela USP.
A presença de universidades estrangeiras já é realidade em muitos
países, especialmente nos ex-satélites da União Soviética. "Muitos
países de economia marxista ocidentalizaram o ensino", diz. O
Itamaraty avalia que a discussão ainda é prematura, mas o tema não
conta com a simpatia do governo.



Para obtener su suscripción a este grupo, envíe un mensaje de correo-e a:
economialternativa-subscribe@gruposyahoo.com